COMEÇO-MEIO-COMEÇO: O QUE PODE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA JUNTO A UM PROCESSO DE DESPEJO DE UM ACAMPAMENTO DO MST?

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Resumo

Esta comunicação apresenta resultados parciais de uma pesquisa de mestrado que investiga processos formativos de professores (que problematizam matemáticas) no contexto do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O estudo busca compreender como práticas docentes, em territórios de luta, produzem modos de “professorar” que tensionam perspectivas hegemônicas da Educação Matemática. Metodologicamente, adota-se a cartografia, acompanhando processos de subjetivação de docentes de uma escola no Acampamento Pátria Livre (MG). Os resultados indicam que, atravessados por afetos, práticas coletivas e lutas cotidianas, tais processos produzem deslocamentos nas formas de ser professor, evidenciando a constituição de um professor-em-movimento.

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Publicado

2026-10-10

Edição

Seção

GD3 – Ensino de matemática na formação de professores(as) indígenas, quilombolas, do campo e demais povos e comunidades tradicionais