Interseccionalidades entre Gênero, Neurodivergência e Educação Matemática: Desafios Docentes e a Potência da Pedagogia Neuroqueer
Abstract
Este artigo discute a interseccionalidade entre gênero, neurodivergência e educação matemática pensando no potencial da teoria neuroqueer para transformar o ambiente escolar. A fundamentação teórica integra autores como Spivak (1988), Santos (2009), Lubienski (2002), Frankenstein (1990), Walker (2014) e Crenshaw (1989), além de referenciais internacionais recentes sobre docentes autistas. Argumenta-se que a escola, enquanto instituição neuronormativa, exerce violência epistêmica sobre corpos e mentes divergentes, mas que a presença de professoras autistas e a adoção de uma pedagogia neuroqueer podem atuar como atos de resistência e libertação. O texto explora como a alfabetização matemática crítica e a despatologização da neurodivergência contribuem para uma educação mais equitativa e inclusiva.
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Copyright (c) 2026 IV Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva

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