Reflexões sobre a Educação Matemática Inclusiva a partir da organização do III Enemi
Palavras-chave:
Educação Matemática inclusiva; Enemi; Educação Especial; GPEMI.Resumo
Este artigo apresenta reflexões sobre a organização do III Enemi - Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, em parceria com o GPEMI - Grupo de Pesquisa em Educação Matemática Inclusiva, como espaço para promover debates e práticas inclusivas em Educação Matemática, traçando um breve histórico das três edições desse evento, realizadas em 2019, 2020 e 2023. Os aspectos metodológicos do artigo baseiam-se na análise documental e reflexiva do Relatório do III Enemi, e das vivências dos autores associadas ao processo de organização. O evento ampliou atividades das edições anteriores, incluindo Feira de Matemática, lançamento de livros e parcerias com universidades e secretarias municipais. A programação contemplou conferências, mesas-redondas, grupos de discussão e relatos de experiência, consolidando-se como espaço de socialização e debate científico. O Evento reuniu 306 participantes de diferentes regiões do Brasil, sendo que apenas oito estados não tiveram representação. A avaliação pós-evento mostrou alto índice de satisfação: 61,5% atribuíram nota máxima e 83,3% destacaram os temas como principal atrativo. As mesas-redondas e palestras contemplaram plenamente 70,5% dos participantes, reforçando o caráter inclusivo. No geral, 89,7% ficaram satisfeitos com a organização e destacaram a relevância das mesas sobre gênero, diversidade e inclusão. A comissão organizadora local ressaltou a diversidade e profundidade dos temas, considerando o evento um marco positivo para a Educação Matemática Inclusiva.
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