Lenguaje matemático y subjetividad: Alicia, El Número 23 y el saber

Autores/as

10.37001/emr.v31i91.4625

Palabras clave:

Aprendizaje Basado en el Cérebro, Sinsentido, Neurodiversidad en la Educación, Innovación Pedagógica

Resumen

Este artículo realiza un análisis arqueogenealógico de los discursos matemáticos en las obras Alicia en el País de las Maravillas y El Número 23, articulando Psicopedagogía, Neurociencia Cognitiva y Resolución de Problemas. Las narrativas se interpretan como expresiones simbólicas de discursos sobre lógica, control, subjetividad y Educación Matemática, marcadas por el sinsentido y el delirio. Se propone un modelo pedagógico interdisciplinario, basado en evidencias empíricas con estudiantes de educación secundaria, que valora la diversidad cognitiva, la seguridad emocional y la autonomía conceptual. El análisis destaca la importancia de prácticas educativas que integren cognición y afecto, respetando la singularidad del neurodesarrollo de los aprendices, promoviendo la plasticidad neural, las funciones ejecutivas y la metacognición, además de cuestionar visiones deterministas sobre la aptitud matemática.

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Publicado

2026-07-05

Cómo citar

Lenguaje matemático y subjetividad: Alicia, El Número 23 y el saber. (2026). Educação Matemática Em Revista, 31(91), 1-24. https://doi.org/10.37001/emr.v31i91.4625