Un análisis de la inclusión educativa en clases de Matemáticas a través de narrativas de personas autistas
Palabras clave:
Autista, Inclusión, Narrativas, Clases de MatemáticasResumen
Esta investigación tuvo como objetivo analizar los principales aspectos de la escolarización de estudiantes autistas en clases de Matemáticas, a partir de narrativas. Para producir datos se utilizaron presupuestos metodológicos de la Historia Oral en Educación Matemática y se realizó análisis de convergencia para identificar lo que estaba presente en las narrativas de los participantes. Los participantes fueron cuatro personas autistas mayores de dieciocho años. El análisis de datos se basó en la identificación de temas comunes en las narrativas, a saber: (Im)Posibilidades en las clases de Matemáticas con estudiantes autistas; Por una Matemática que se relacione con la vida; Lo que dicen las personas autistas sobre la inclusión en las clases de matemáticas. Se considera que los temas establecidos revelan que existe un entrelazamiento entre ellos y escuchar a la propia persona autista permite comprender que las prácticas escolares con alumnos autistas en las clases de Matemáticas pueden ser, siempre que sea necesario, desafiadas, dependiendo de las especificidades de cada uno.
Descargas
Referencias
American Psychiatric Association. (2013). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5 (5. ed.). Artmed.
Aranha, M. S. F. (2000). Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais/Adaptações Curriculares de Pequeno Porte. MEC/SEE.
Bialer, M. (2015). A inclusão escolar nas autobiografias de autistas. Psicologia Escolar e Educacional, 19(3), 485-492. https://doi.org/10.1590/2175-3539/2015/0193876
Bianchini, G., Gerhardt, T. & Dullius, M. M. (2010). Jogos no ensino de matemática "quais as possíveis contribuições do uso de jogos no processo de ensino e de aprendizagem da matemática?". Destaques Acadêmicos, 2(4).
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. (2008). Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. MEC/SEED.
Camargo, C. (2012). Autista, com muito orgulho: a síndrome vista pelo lado de dentro [E-book]. FDigital. ISBN: 978-1-909144-11-8
Camargo, S. P. H. & Bosa, C. A. (2009). Competência social, inclusão escolar e autismo: revisão crítica da literatura. Psicologia e Sociedade, 21, 63-74.
Cunha, E. (2012). Autismo e inclusão: psicopedagogia e práticas educativas na escola e na família. Wak.
D'Ambrosio, B. S. (1989). Como ensinar Matemática hoje? Temas e debates. Sociedade Brasileira de Educação Matemática, SBEM, 2(2), 15-19.
Delabona, S. C. (2016). A mediação do professor e a aprendizagem de geometria plana por aluno com transtorno do espectro autista (síndrome de Asperger) em um laboratório de matemática escolar [Tese de Mestrado, Universidade Federal de Goiás].
Feldman, C. (2013). Relatos sobre autismo: um estudo sobre narrativas em primeira pessoa [Tese de Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro].
Fernandes, S. (2011). Fundamentos para Educação Especial (2. ed.). Ibpex.
Fiore-C, O. B. (2005). A aplicabilidade de um programa de intervenção precoce em crianças com possível risco autístico [Tese de Mestrado, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro].
Garnica, A. V. M., Fernandes, D. N. & Silva, H. (2011). Entre a Amnésia e a Vontade de nada Esquecer: notas sobre regimes de historicidade e história oral. Bolema - Mathematics Education Bulletin, 25(41), 213-250.
Grandin, T. (2015). O cérebro autista: pensando através do espectro (1. ed.). Record.
Higashida, N. (2013). O que me faz pular [E-book]. Intrínseca. E-ISBN: 978-85-8057-498-2
Jorge, E. V. (2011). As possibilidades e os desafios da utilização do lúdico para a aprendizagem em matemática de educando com Síndrome de Asperger [Tese de Mestrado, Universidade Regional de Blumenau].
Liberalesso, P. (2020). Transtorno do Espectro Autista: evidências científicas no campo das intervenções terapêuticas. In P. Liberalesso & L. Lacerda (Eds.), Autismo: compreensão e práticas baseadas em evidências [E-book]. Marcos Valentin de Souza.
Luria, A. R. (1992). A construção da Mente. Ícone.
Martins, L. M. (2015). O Desenvolvimento do Psiquismo e a Educação Escolar: contribuições à luz da psicologia histórico-cultural e da pedagogia histórico-crítica. Autores Associados.
Mendes, E. G. (2017). Sobre alunos "incluídos" ou "da inclusão": reflexões sobre o conceito de inclusão escolar. In S. L. Victor, A. B. Vieira & I. M. Oliveira (Eds.), Educação especial inclusiva: conceituações, medicalização e políticas. Brasil Multicultural.
Mendonça, F. W. (2018). A organização da atividade de ensino pelo professor alfabetizador: a contribuição da teoria histórico cultural. CRV.
Nascimento, A. G. C. & Esquincalha, A. C. (2019). Práticas de professores que ensinam matemática para alunos autistas: panorama dos artigos científicos brasileiros. In Anais do 1° Encontro Nacional De Educação Matemática Inclusiva. SBEM.
Nunes, C. & Madureira, I. (2015). Desenho Universal para a Aprendizagem: Construindo práticas pedagógicas inclusivas. Da Investigação às Práticas, 5(2), 126-143.
Orrú, S. E. (2016). Aprendizes com autismo: aprendizagem por eixos de interesse em espaços não excludentes. Vozes.
Ortega, F. (2008). O sujeito cerebral e o movimento da neurodiversidade. Mana, 14(2), 477-509.
Robison, J. E. (2008). Olhe nos meus olhos: minha vida com a Síndrome de Asperger (J. de Andrade Filho, Trans.). Laurousse do Brasil. (Original work published 2007)
Rosa, E. A. C. (2014). Professores que ensinam matemática e a inclusão escolar: algumas apreensões [Tese de Mestrado, Universidade Estadual Paulista].
Rosa, F. M. C. (2013). Professores de matemática e a educação inclusiva: análises de memoriais de formação [Tese de Mestrado, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho].
Sassaki, R. K. (2007). Nada sobre nós, sem nós: Da integração à inclusão - Parte 1. Revista Nacional de Reabilitação, 57, 8-16.
Silva, M. E. C. (2020). O ensino da matemática frente ao Transtorno do Espectro Autista. Revista Tuiuti, Universidade Federal do Paraná.
Silva, M. S., & Fillos, L. M. (2020). Alguns modos de operar no grupo de pesquisa História Oral e Educação Matemática. RELVA, 7(2), 74-98.
Skovsmose, O. (2019). Inclusões, encontros e cenários. Educação Matemática em Revista, 24(64), 16-32.
Skovsmose, O. (2018). Interpretações de significado em educação matemática. Bolema, 32(62), 764-780.
Souza, E. S., & Ferrete, R. B. (2020). Práticas educativas de linguagem e inclusão: estudo de caso de um aluno com Transtorno do Espectro Autista na educação profissional e tecnológica [E-book]. Editora IFS. ISBN: 978-65-87114-14-9
Takinaga, S. S. (2015). Transtorno do espectro autista: contribuições para a Educação Matemática na perspectiva da Teoria da Atividade [Tese de Mestrado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo].
Vygotsky, L. S. (2007). A formação social da mente (7th ed.). Martins Fontes.
Vygotsky, L. S. (1997). Fundamentos de defectologia. In Obras completas (Vol. 5). Editorial Pueblo y Educación.
Vygotsky, L. S. (2001). Psicologia pedagógica. Martins Fontes.
Zanato, C. B., & Gimenez, R. (2017). Educação Inclusiva: um olhar sobre as adaptações curriculares. Revista @mbienteeducação, 10(2), 289-303.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.