El Diseño Universal para el Aprendizaje en la Enseñanza de las Matemáticas: aspectos teóricos y prácticos en la educación de estudiantes con discapacidad visual
Palabras clave:
Prácticas Inclusivas, Compromiso, Múltiples Representaciones, Acción y ExpresiónResumen
El objetivo del trabajo es discutir y reflexionar sobre los principios del Diseño Universal para el Aprendizaje y el desarrollo de prácticas inclusivas, especialmente teniendo en cuenta la presencia de estudiantes con discapacidad visual en las clases de Matemáticas. Esta investigación cualitativa se inspira en los principios de la investigación acción, con el fin de presentar y discutir actividades, estrategias y recursos pedagógicos que promuevan el compromiso, diferentes medios de representación y expresión, con el objetivo de proporcionar accesibilidad a los estudiantes. Como resultados, se propone reemplazar el término "adaptar" por "accesibilizar", enfatizando la importancia de ofrecer a los estudiantes diversos medios para acceder al contenido y la necesidad de realizar discusiones colectivas sobre temas globales para que todos los estudiantes puedan participar en las actividades propuestas. Así, el objetivo es avanzar hacia prácticas de enseñanza más inclusivas que garanticen el derecho a aprender, destacando la necesidad de (re)pensar y fomentar el protagonismo de los estudiantes en las clases de Matemáticas.
Descargas
Referencias
Barbier, R. A. (2002). Pesquisa-ação. Tradução de L. Didio. Brasília: Liber Livro.
Bernardo, F. G. (2021). As experiências e práticas curriculares inclusivas no ensino de Matemática para alunos com deficiência visual em uma escola pública na cidade do Rio de Janeiro: vivências e percepções de alunos e professores. 292 f. Tese (Doutorado em Ensino e História da Matemática e da Física). Instituto de Matemática, Universidade Federal do Rio de Janeiro, RJ.
Bersch, R. (2017). Introdução à tecnologia assistiva. Assistiva, Porto Alegre.
Booth, T. & Ainscow, M. (2011). Index para inclusão: desenvolvendo a aprendizagem e a participação na escola. (3. ed.). Tradução de Mônica Pereira dos Santos. Rio de Janeiro: LaPEADE.
Carvalho, R. E. (2008). Escola inclusiva: a reorganização do trabalho pedagógico. Porto Alegre: Mediação.
Center for Applied Special Technology (CAST). (2011). Learn about universal design for learning.
Courey, J. S., Tappe, P., Sike, J. & LePage, P. (2012). Improved lesson planning with universal design for learning (UDL). Teacher Education and Special Education, 36(1), 7-27.
Domings, Y., Crevecoeur, Y. C. & Ralabate, P. K. (2014). Universal design for learning: Meeting the needs of learners with autism spectrum disorders. In K. I. Boser, M. S. Goodwin & S. C. Wayland (Orgs.), Technology tools for students with autism: Innovations that enhance independence and learning (pp. 21-41). Baltimore: Paul Brookes Publishing.
Diniz, D., Barbosa, L. & Santos, W. R. dos. (2009). Deficiência, direitos humanos e justiça. Revista Internacional de Direitos Humanos, 6(11), 65-77.
Góes, H. C., Stellfeld, J. Z. R., Teixeira Góes, A. R. & Guérios, E. C. (2023). Aproximações entre o desenho universal para aprendizagem e o pensamento complexo em prática de educação matemática inclusiva. Revista Sergipana de Matemática e Educação Matemática, 8(2), 289-308.
Meyer, A., Rose, D. H. & Gordon, D. (2014). Universal design for learning: Theory and practice. Wakefield: CAST Professional Publishing.
Nunes, C. & Madureira, I. (2015). Desenho universal para a aprendizagem: construindo práticas pedagógicas inclusivas. Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa da Investigação às Práticas, 5(2), 126-143.
Pletsch, M. D., Souza, F. F. & Orleans, L. F. (2017). A diferenciação curricular e o desenho universal na aprendizagem como princípios para a inclusão escolar. Revista Educação e Cultura Contemporânea, 14(35), 264-281.
Pletsch, M. D. (2020). O que há de especial na educação especial brasileira? Momento - Diálogos em Educação, 29(1), 57-70.
Quaglia, B. W. (2015). Planning for student variability: Universal design for learning in the music theory classroom and curriculum. A Journal of the Society for Music Theory, 21(1), 1-21.
Roldão, M. do C. (2003). Diferenciação curricular revisitada: conceito, discurso e práxis. Porto: Porto Editora.
Rosa, F. M. C. (2017). Histórias de vida de alunos com deficiência visual e de suas mães: um estudo em educação matemática inclusiva. 259 f. Tese (Doutorado em Educação Matemática). Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Unesp, Rio Claro, SP.
Santos, M. P., Silva, M. R. P. S. V., Pinto, R. M. S. C. & Lima, C. B. (2017). Desenvolvendo o Index para Inclusão no contexto brasileiro: experiências de reflexão/ação sobre processos de inclusão e exclusão em educação. Percurso Acadêmico, 7(14), 332-350.
Zerbato, A. P. (2018). Desenho universal para aprendizagem na perspectiva da inclusão escolar: potencialidades e limites de uma formação colaborativa. 298 f. Tese (Doutorado em Educação). Universidade Federal de São Carlos, SP.
Zerbato, A. P. & Mendes, E. G. (2018). Desenho universal para a aprendizagem como estratégia de inclusão escolar. Revista Educação da UNISINOS, 22, 147-155.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.