Currículo y enseñanza de las matemáticas: reflexiones sobre espacios de autonomía de profesores
Palabras clave:
Currículo, Autonomía Docente, Prácticas Disidentes, Formación de ProfesoresResumen
Este artículo, fruto de una investigación de maestría, examina cómo se constituyen y se perciben los espacios de autonomía docente en las prácticas curriculares de profesores de Matemáticas de la educación básica. Se desarrolla un estudio empírico cualitativo, sustentado en referencias de teorías de currículo y de la Educación Matemática. Los participantes fueron cinco profesores de Matemáticas de la educación básica en escuelas del estado de Río de Janeiro. Como procedimiento metodológico, fueron aplicadas dos entrevistas basadas en situaciones ficticias de aula, con el objetivo de revelar factores que influyen en las decisiones tomadas por los participantes. Los resultados indican que la autonomía se manifiesta de forma restringida, emergiendo en brechas de la práctica y condicionada por prescripciones institucionales y contextos sociales. El estudio subraya las implicaciones de estas tensiones para el ejercicio de la autonomía de profesores.
Descargas
Referencias
Apple, M. (1989). Educação e poder. Porto Alegre, RS: Artes Médicas.
Bispo dos Santos, A. (2023). A terra dá, a terra quer. São Paulo, SP: Ubu Editora.
Biza, I. & Nardi, E. (2019). Scripting the experience of mathematics teaching: the value of student teacher participation in identifying and reflecting on critical classroom incidents. International Journal for Lesson and Learning Studies, 9(1), 43–56.
D’Ambrosio, B. S. & Lopes, C. E. (2015). Insubordinação criativa: um convite à reinvenção do educador matemático. Bolema, 29(51), 1–17.
Elliot, J. (1991). Action research for educational change. Milton Keynes: Open University Press.
Fanon, F. (1983). Peles negras, máscaras brancas. Rio de Janeiro, RJ: Fator.
Freire, P. (1981). Ação cultural para a liberdade (5ª ed.). Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra.
Freire, P. (2010). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa (41ª ed.). São Paulo, SP: Paz e Terra.
Gabriel, C. T. (2008). Conhecimento escolar, cultura e poder: desafios para o campo do currículo em “tempos pós”. In V. M. Candau & A. F. Moreira (Orgs.), Multiculturalismo, diferenças culturais e práticas pedagógicas. Petrópolis, RJ: Vozes.
Giraldo, V. & Fernandes, F. (2019). Caravelas à vista: giros decoloniais e caminhos de resistência na formação de professores que ensinam matemática. Perspectivas da Educação Matemática, 12(30), 467–501.
Giraldo, V. & Roque, T. (2021). Por uma matemática problematizada: as ordens de (re)invenção. Perspectivas da Educação Matemática, 14(35), 1–21.
Gutiérrez, R. (2013). Mathematics teachers using creative insubordination to advocate for student understanding and robust mathematical identities. In M. Martinez & A. Castro Superfine (Eds.), Proceedings of the 35th Annual Meeting of the North American Chapter of the International Group for the Psychology of Mathematics Education (pp. 1248–1251). Chicago, IL: University of Illinois at Chicago.
Lopes, A. C. (2013). Teorias pós-críticas, política e currículo. Educação, Sociedade & Culturas, (39), 7–23.
Macedo, E. (2006). Currículo como espaço-tempo de fronteira cultural. Revista Brasileira de Educação, 11(32), 285–296.
Merton, R. K. (1949). Social theory and social structure. Glencoe, IL: The Free Press.
Moreira, A. F. B. & Candau, V. M. (2007). Indagações sobre currículo: currículo, conhecimento e cultura. Brasília, DF: Ministério da Educação.
Pinar, W. F. (2007). O que é a teoria do currículo? Porto, Portugal: Porto Editora.
Quijano, A. (2000). Colonialidad del poder y clasificación social. Journal of World Systems Research, 6(2), 342–386.
Silva, M. A. (2014). Currículo como currere, como complexidade, como cosmologia, como conversa e como comunidade. Bolema, 28(49), 516–535.
Silva, T. T. (2007). Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo (3ª ed.). Belo Horizonte, MG: Autêntica.
Simas, L. A. & Rufino, L. (2018). Fogo no mato: a ciência encantada das macumbas. Rio de Janeiro, RJ: Mórula.
Tanner, D. & Tanner, L. (1975). Curriculum development. New York, NY: Macmillan.
Walsh, C. (2009). Interculturalidade crítica e pedagogia decolonial: in-surgir, re-existir e re-viver. In V. M. Candau (Org.), Educação intercultural na América Latina: entre concepções, tensões e propostas. Rio de Janeiro, RJ: 7 Letras.
Young, M. (1971). Knowledge and control: new directions for the sociology of education. London: Collier Macmillan.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.