Contas de “vai um” e de “pedir emprestado”: em busca de um conhecimento-emancipação

Autores/as

  • Carmen Avani Eckardt carmene@terra.com.br
    Doutoranda e Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul- Especialista em Matemática pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos — Assessora Tecnico-pedagógica da SMED/POA.

Palabras clave:

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Resumen

Quero começar com uma reflexão trazida por Rubem Alves no caderno Sinapse da Folha de São Paulo de 2002,0 qual dizia que existe muita sabedoria nos ditos populares, como no que diz: E fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencê-la a beber a água. De fato, se a égua não estiver com sede, ela não beberá água, por mais que seu dono a surre... Mas se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: é fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender. Trago isto para fazer uma reflexão sobre os algoritmos que têm sido ensinados na escola. Será que as crianças querem aprender estes que a escola considera como dignos de serem aprendidos pelas crianças? Como a criança pensa e resolve os cálculos de seu cotidiano? Tem relação com a maneira que é ensinada na escola?

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Publicado

2020-06-02

Cómo citar

AVANI ECKARDT, Carmen. Contas de “vai um” e de “pedir emprestado”: em busca de um conhecimento-emancipação. Educación Matemática en Revista - RS, [S. l.], v. 1, n. 5, 2020. Disponível em: https://www.sbembrasil.org.br/periodicos/index.php/EMR-RS/article/view/2340. Acesso em: 31 aug. 2025.