Do que estamos tratando quando falamos em práticas experimentais no ensino da Matemática?

Autores

10.37001/EMR-RS-v.2-n.27-2026.4951

Palavras-chave:

Experimentação matemática, Jogos, Materiais manipulativos, Atividades experimentais

Resumo

Vinculado a uma pesquisa que problematiza a tendência dos Jogos na Educação Matemática, este estudo investiga as práticas experimentais e propõe repensar o uso de materiais manipulativos. Metodologicamente, realiza-se uma análise documental de diretrizes curriculares nacionais e de países com alto desempenho matemático, questionando o real significado das atividades experimentais na área. Conclui-se que o sucesso dos manipulativos transcende sua mera presença física em sala, exigindo transformação na postura docente e bases metodológicas sólidas. Argumentamos, portanto, que a "Experimentação Matemática" — integrando vivência, raciocínio e construção ativa do saber — deve ser reconhecida como uma Tendência em Educação Matemática independente, fundamental para consolidar uma aprendizagem mais criativa, equitativa e participativa.

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Biografia do Autor

  • Karin Ritter Jelinek, Universidade Federal do Rio Grande - FURG

    Licenciada em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2000), com Pós-Doutorado em Educação em Ciências e Matemática pela Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique (2015), Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2013) e Mestrado em Educação em Ciências e Matemática pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2005). Professora Associada na Universidade Federal do Rio Grande - FURG, no Campus de Santo Antônio da Patrulha, onde atua no curso de Licenciatura e no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Exatas. É membro do Comitê Assessor da área de Educação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul - FAPERGS (2025-2026), integrante do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) desde 2018 e colaborou com o Programa Nacional do Livro Didático de Matemática, tanto como avaliadora (2018-2020) quanto como Coordenadora Adjunta para os anos iniciais do Ensino Fundamental (2022-2023). Desde 2017, atua como tutora do grupo PET Conexões de Saberes FURG-SAP. É líder do MathE - Grupo de Pesquisa e Inovação no Ensino da Matemática, vinculado ao LEPEMAT/IMEF e participa ativamente do GT01 da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM), voltado ao ensino de Matemática na Educação Infantil e nos anos iniciais. Suas pesquisas abrangem temas como altas habilidades, desenvolvimento de potenciais em Matemática, experimentação matemática e os processos autorais de aprendizagem matemática de estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental.

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Publicado

2026-10-09

Como Citar

JELINEK, Karin Ritter. Do que estamos tratando quando falamos em práticas experimentais no ensino da Matemática?. Educação Matemática em Revista - RS, [S. l.], v. 2, n. 27, 2026. DOI: 10.37001/EMR-RS-v.2-n.27-2026.4951. Disponível em: https://www.sbembrasil.org.br/periodicos/index.php/EMR-RS/article/view/4951. Acesso em: 10 out. 2026.

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